Sobre a conversa
Bel Santos Mayer fala sobre literatura como direito, prática de presença e forma de transformação comunitária. Educadora social, escritora e ativista cultural, ela apresenta a experiência do IBEAC em Parelheiros, na zona sul de São Paulo, onde bibliotecas comunitárias, mediação de leitura, mutirões e cuidado com o território fortaleceram vínculos e formaram leitores.
A conversa relaciona leitura e democracia, periferia e produção de futuro. Ao narrar a regeneração de uma floresta em uma área marcada pela monocultura de pinus, Bel mostra que cultura e território não são campos separados. O direito de imaginar depende de tempo, escuta, beleza e convivência — condições que também sustentam a ação coletiva.





















